
sou mais feliz no meu caule
na lombada com que me escrevo e sou
fora da falsidade
que nunca me alimentou
que nunca me converteu
que sempre me repeliu





se o grito se soltasse e eu regressasse a quem escondo... à rebeldia... pela paixão...ao ser descomedido das formas e dos sentidos, despido nas palavras... 


