
acabou.
arrumei-te lá fora.
a chuva
o vento
a vida
tomarão conta de ti
que eu parto
para o meu mar
de falésias e de adamastores
de fantasmas habitando as vagas.
as tuas mentiras já não doem
as tuas fachadas já não iludem
e recuso o espetáculo do teu palco movido por um tempo que
(me) sufoca
que te cega
que te faz detestar-me.
simplesmente,
ficamos assim








