quarta-feira, 2 de abril de 2014
digo-te:
.......... ] que me perdi.
desse Quando sem data
sem consciência
sem linha de horizonte
reclusas
vivem no limbo do esquecimento a que as ditei
sinto-lhes a lava
a vontade
o clamor
ardendo-me sob a vontade de um dia terem podido ser corpo
quando lhes neguei o destino de um olhar
... talvez o teu.
anel
] pueril
pressentiu o vigor do abraço
do sonho:
o anel na sua cintura
cruzadas as mãos nas suas costas
a segurança antes do solo
dos outros
do mundo
não cair
e deixar-se ficar
no anel
e não querer sair
palavras reclusas
------------[pensativa
em novelo
disse
:
lhe
quanto poderia ter sido no tempo que me criaste
quando
as minhas palavras se libertaram de mim
uma a uma
procurando o teu olhar
a tua boca
para que mas dissesses
para que delas me vestisses
arrancadas as pétalas
os lençóis de cetim
e me estendesses sobre o linho da tua pele
areia
e não há maior liberdade do que a de uma pele
se enrolando
onde só moram peixes e se banham vagas
imprevisível
![imprevisível]](https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/t1.0-9/p180x540/10154066_684803628224487_945220353_n.jpg)
[imprevisível.
como quando lhe disse
:
vai e faz o que tens de fazer.
essa vida nunca foi nossa'''
nunca poderia ser a nossa.
e todas as ondas que lançámos à praia
só chegaram
nunca lhe pertenceram.]
e fechou o Amor.
como quando lhe disse
:
vai e faz o que tens de fazer.
essa vida nunca foi nossa'''
nunca poderia ser a nossa.
e todas as ondas que lançámos à praia
só chegaram
nunca lhe pertenceram.]
e fechou o Amor.
monólogo: queres ouvir?
são de oiro os momentos poisados entre nós
pairando no ar
sobre as nossas cabeças
acordando a pele
olha
:
sobre o não saber
,
talvez
seja a vontade de não pensar
ou
de deixar acontecer
e se não sei
é porque gosto de estar
pairando no ar
sobre as nossas cabeças
acordando a pele
olha
:
sobre o não saber
,
talvez
seja a vontade de não pensar
ou
de deixar acontecer
e se não sei
é porque gosto de estar
olha: não sei
[olha...
não sei
]
... fala-me dos versos
claros
livres
que nunca chegaste a escrever
anónimos
por aí
resolvendo almas de
não sei
talvez amanhã
depois
versos singelos
que vistam
acarinhem
que beijem sem compromisso
versos que
sei lá
dispam antes
olha
não sei
não sei
]
... fala-me dos versos
claros
livres
que nunca chegaste a escrever
anónimos
por aí
resolvendo almas de
não sei
talvez amanhã
depois
versos singelos
que vistam
acarinhem
que beijem sem compromisso
versos que
sei lá
dispam antes
olha
não sei
conta-me as marés

[escreve linhas em palavras
tortas
sem saber das marés
o conto
pergunta-se sobre o conto que faria se ela desejasse contar
dizer-se
]
é de lava o areal sob a vaga
quando chega
serena e preguiçosa
desejando o repouso de uma luta desigual
eterna
de cabelo solto ao vento
ao alcance de mãos que evita]
... e no espelho das tuas
como seria
a brisa
o suor
o advento?
veres-Me no rosto

[ veres-Me
no rosto ]
é na curva onde o olhar desliza
acariciando
que se pede o beijo
suavemente lento e quente
hesita no ombro
... há o lóbulo que se oferece
reclamando
esquece-se
a mão
é apenas a pele do lábio
numa cócega a ser dente
e veres-me
no rosto
mergulhando
no olhar
procurando o gosto
sem rumo
já sem rosto.
no rosto ]
é na curva onde o olhar desliza
acariciando
que se pede o beijo
suavemente lento e quente
hesita no ombro
... há o lóbulo que se oferece
reclamando
esquece-se
a mão
é apenas a pele do lábio
numa cócega a ser dente
e veres-me
no rosto
mergulhando
no olhar
procurando o gosto
sem rumo
já sem rosto.
sedução [2]
![sedução [ 2 ]](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/t1/p180x540/1505257_637952066264388_2063284043_n.jpg)
'''''''
' ' ' ' '
' ' ' '
' ' ' '
seduzir.
não é o flash do olhar, o pulsar da alma, o suor na palma da mão, o aperto no ventre.
é,
depois de tudo isto,
manter a marca
o lugar
a presença.
Ser-T.
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' ' ' '
seduzir.
não é o flash do olhar, o pulsar da alma, o suor na palma da mão, o aperto no ventre.
é,
depois de tudo isto,
manter a marca
o lugar
a presença.
Ser-T.
quarta-feira, 26 de março de 2014
sem nada para dizer.
os versos são silêncios
almas revestidas de pele e carne
sem voz
inebriando os sentidos
almas revestidas de pele e carne
sem voz
inebriando os sentidos
não há como fugir de si quando se é verso
e eu sinto saudades
dos versos que eras
dos versos que eras
sábado, 22 de março de 2014
foi tudo um acaso

foi o vento que me trouxe.
e por acaso
mais nada
colocou palavras sob os meus dedos.
por acaso
e só por acaso
houve olhares que as encontraram.
[mais valia nunca ter sido assim]
quinta-feira, 20 de março de 2014
o que me aflora

*****______________
o que me borda
aflora
não me veste d'alma
pudesses tu ser O toque que quebra o encanto
e fazer-me
Alma
toda
para saberes de mim
corpo
completa
no dar
em ti
no receber
[a um Anjo meu]
segunda-feira, 17 de março de 2014
sempre depois

é depois de saíres que procuro os teus passos.
sigo-lhes o trilho
beijo-lhes a forma
sempre
depois de tu saíres
é que és meu
para poder continuar a negar
t
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